Prefeita cobrou inauguração e funcionamento da Estação de Tratamento de Água e Esgoto durante encontro com Governador Geraldo Alckmin

Em um encontro com o Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, no sábado, dia 03, em Nazaré Paulista, a prefeita Eliane Lorencini cobrou agilidades do Chefe do Governo com relação a inauguração e funcionamento da Estação de Tratamento de Esgoto, as margens da rodovia Edgard Máximo Zambotto, km 76,5.

“Aproveitamos o evento da Sabesp, do início da transferência de Agua para o Sistema Cantareira – Jaguari – Atibainha, em Nazaré Paulista e fiquei esperando no campo de futebol, pois sabia que não teria muita gente, no desembarque do Governador, e conseguiria pedir em nome da população. Precisamos cobrar e fazer o que é melhor para nossa gente”, afirmou Eliane Lorencini.

Ao ouvir as palavras da Prefeita, o Governador disse que “entraria em contato com os responsáveis para saber os trâmites e dar agilidade a inauguração”. Eliane Lorencini também conversou com o Presidente da Sabesp, Jerson Kelman, sobre a situação. “Só está faltando a Elektro fazer a parte dela. Acreditamos que com sua ajuda podemos solucionar esse impasse”, frisou.

Para a Chefe do Executivo de Jarinu essa obra já deveria ser inaugurada, mas depende de vários fatores como – principalmente – os equipamentos importados, a ligação da energia na potência necessária, desapropriação de terrenos, indenizações. “Tudo demanda muito tempo, só que nossa população e todos nós aguardamos ansiosos para inauguração. Esperamos que até Abril tudo esteja resolvido”, finalizou a Prefeita.

Acompanharam a Prefeita Eliane Lorencini, o secretário de Administração Geral, Anderson Cunha e a Secretária de Assuntos Parlamentares, Maria de Fátima de Moura Lorencini, além do Deputado Estadual Edmir Chedid, e do vereador Eremilton Paraiba

OBRA

Com a transferência de água para o Sistema Cantareira – Atibainha – Jaguari – será possível transferir até 162 bilhões de litros de água por ano para o Cantareira – volume equivalente a uma represa Guarapiranga cheia. Dessa forma, haverá mais água disponível para o abastecimento da capital e da Grande São Paulo. Além disso, a Região Metropolitana de Campinas será beneficiada com a maior segurança hídrica no Cantareira, já que essas cidades captam a água que é liberada da represa para o Rio Atibainha, que avança pela região.

“Agora, uma gota d’água que estiver em um ou em outro reservatório poderá sair na torneira de um cidadão da Região Metropolitana de São Paulo, de Campinas, do Vale do Paraíba ou mesmo no Rio de Janeiro. É uma obra importante porque traz solidariedade entre diversas comunidades: a água como objeto de união, e não de briga, algo raro no mundo”, comemora o presidente da Sabesp, Jerson Kelman.